É consenso que as Igrejas Evangélicas perderam seu foco.

teologia-da-prosperidade

E quando assinalo “Igrejas” refiro-me a todas que, a priori, anunciam que Cristo é o Salvador. Entretanto, a priori atualmente o centro das mensagens nestas comunidades não está mais na salvação ou na vida eterna, mas na vida terrena e na satisfação dos prazeres efêmeros, como sucesso financeiro ou ausência de doenças e derrotas. Outro aspecto é a interiorização de que o foco da igreja é o “crescimento” de suas filiais, ou de seu “templo maior”, não porque Jesus designou-nos a pregar o evangelho, mas para atender a interesses pessoais de pseudo-pastores. A vida e ideais missionários foram abandonados ou travestidos em interesses para atender à maligna fórmula “crescimento-para-enriquecimento”. A crise que vivemos hoje tem muito (ou tudo) a ver com a desvalorização da obra missionária, ou seja, com a separação de missionários nos bancos das igrejas, seu posterior envio para o preparo (e subsequente levantamento de recursos), comissionamento e envio aos campos locais, regionais, estaduais, nacionais e mundiais. Tudo para cumprir o Ide que o nosso Senhor nos ordenou. Sem viver e valorizar esse ideal como a razão de existir da Igreja, que repito foi instado a nós por Jesus, a mesma passou a entender que sua razão de existir era pregar o evangelho apenas para os que nela congregam, ou atender os anseios daqueles que a procuram em dificuldades. Foi a partir dessa mudança de pensamento que surgiram os “evangelhos” do bem-estar, do enriquecimento, do crescimento, das megalomanias, do engano aos incautos, dos “sinais, prodígios e maravilhas” que só mentem e nada tem a ver com o que foi praticado na Bíblia, e que de nada servem senão para alienar o cristão e desviá-lo de seu foco: deixar Deus usá-lo como missionário na propagação do Evangelho. Que voltemos à essência da Igreja, ao alvo estabelecido por Cristo: servir a Deus e ao próximo, chamados para fora, preocupando-se em amar em vez de refastelar-se.

Fonte:  Primeira Igreja Batista de Niterói (Pr. Sergio Dias)

O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará…

pastor

“O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.” Salmos 23:1-3

Pensamento: Verdes pastos, águas tranquilas, refrigério para a alma, como isso soa bem, como Deus é bom. Quando chegamos ao ponto que não conseguimos continuar, o poder sobrenatural de Deus nos dá a força necessária para prosseguir. Quando estamos numa luta difícil, a graça do Senhor nos alcança e nos sustenta para continuarmos em direção à vitória.

Oração: Pai bondoso, obrigado porque o Senhor cuida do seu rebanho e nada nos faltará. Obrigado porque quando estamos em meio a batalha, o Senhor nos faz voar como águia Obrigado porque o Senhor é o meu pastor, e além disso, é a Rocha da minha vitória! Amém.